A preocupação constante em saber onde fica o banheiro mais próximo. O receio de fazer uma viagem ou de comer fora de casa. O impacto social, profissional e emocional de um intestino que parece ter perdido o controle. Viver com diarreia crônica é uma jornada exaustiva e, muitas vezes, solitária.
Olá, sou Ingryd Gabriella, gastroenterologista com Residência Médica em Clínica Médica e Gastroenterologia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Após uma década de formação e experiência, finalizei minhas residências médicas e estou comprometida em auxiliar meus pacientes a alcançarem uma melhor saúde digestiva, promovendo, assim, qualidade de vida. "Como gastroenterologista, minha missão é oferecer um atendimento individualizado, combinando empatia, escuta qualificada e dedicação com conhecimento especializado para diagnosticar e tratar condições do aparelho digestivo de forma eficaz. Estou aqui para oferecer o suporte e a orientação que você precisa. Conte comigo!
Primeiro, é crucial diferenciar a diarreia aguda da crônica. A diarreia aguda é aquela que dura alguns dias, geralmente causada por uma infecção viral ou bacteriana, e se resolve espontaneamente.
A diarreia crônica, por outro lado, é definida como a ocorrência de fezes amolecidas ou líquidas, com aumento da frequência de evacuações (tipicamente três ou mais vezes ao dia), por um período superior a quatro semanas.
A diarreia crônica é um sintoma, não uma doença em si. A investigação da Dra. Ingryd Gabriella em João Pessoa foca em descobrir qual das muitas condições possíveis está por trás do seu quadro.
É uma das causas mais comuns de diarreia crônica funcional. Na SII com predomínio de diarreia (SII-D), o intestino é mais sensível e tem uma motilidade acelerada, muitas vezes desencadeada por estresse ou certos alimentos. A dor abdominal tipo cólica, que melhora após a evacuação, é um sintoma característico.
Este é um grupo de doenças autoimunes que causam inflamação crônica no trato digestivo.
Doença de Crohn: Pode afetar qualquer parte do trato digestivo, da boca ao ânus, causando diarreia (com ou sem sangue), dor abdominal, perda de peso e fístulas.
Retocolite Ulcerativa: A inflamação se restringe ao intestino grosso (cólon e reto), e a diarreia com sangue é o sintoma mais marcante.
Uma doença autoimune em que a ingestão de glúten provoca uma reação inflamatória que danifica as paredes do intestino delgado, levando à má absorção de nutrientes e a sintomas como diarreia crônica, inchaço e perda de peso.
A mais conhecida é a intolerância à lactose, onde a falta da enzima lactase impede a digestão do açúcar do leite, causando diarreia aquosa e gases. Outras intolerâncias, como à frutose, também podem ser a causa.
É uma causa importante de diarreia aquosa crônica, especialmente em mulheres mais velhas. A inflamação do cólon só é visível através de biópsias analisadas no microscópio.
Um excesso de bactérias no intestino delgado pode fermentar os alimentos de forma inadequada, levando à diarreia, inchaço e produção excessiva de gases.
Muitos medicamentos de uso contínuo, incluindo alguns anti-hipertensivos, antidepressivos, antiácidos e o uso abusivo de laxantes, podem ter a diarreia como efeito colateral.
Embora toda diarreia crônica precise de investigação, alguns sinais indicam a necessidade de uma avaliação mais urgente:
O diagnóstico da causa da diarreia crônica é um processo investigativo que combina a escuta atenta do paciente com exames direcionados.
A Consulta Detalhada: A Dra. Ingryd Gabriella irá mapear seus sintomas, hábitos alimentares, uso de medicamentos e histórico familiar.
Exames Laboratoriais: Análises de sangue podem detectar anemia, inflamação e marcadores para Doença Celíaca. O exame de fezes é essencial para buscar parasitas, sangue oculto e sinais de má absorção.
A Colonoscopia com Biópsias: Permite visualizar todo o intestino grosso, identificar inflamações e coletar amostras de tecido para diagnóstico.
O tratamento depende da causa diagnosticada.
Terapia Direcionada: Se for Doença Celíaca, a dieta sem glúten é o tratamento. Se for uma DII, medicamentos anti-inflamatórios e imunossupressores podem ser necessários.
Manejo Dietético: Reeducação alimentar e dietas específicas, como a de baixo teor de FODMAPs, podem ser usadas quando indicado.
Terapia Medicamentosa: Dependendo do diagnóstico, medicamentos para reduzir a motilidade intestinal, tratar infecções ou controlar a inflamação podem ser utilizados.
Suplementação: Deficiências de vitaminas e minerais causadas pela diarreia crônica devem ser corrigidas.
Você não precisa mais planejar sua vida em torno da diarreia. Buscar a ajuda de uma gastroenterologista em João Pessoa é o passo decisivo para entender o que está acontecendo com seu corpo. A Dra. Ingryd Gabriella está preparada para conduzir a investigação necessária, com seriedade e empatia, para chegar a um diagnóstico preciso e construir com você um plano de tratamento que devolva sua segurança e bem-estar.
É hora de retomar as rédeas da sua vida. Entre em contato hoje mesmo, agende sua avaliação e dê o primeiro passo para viver sem o medo e a limitação da diarreia crônica.
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