A sensação de estar com a barriga estufada, as roupas que servem perfeitamente pela manhã e apertam ao final do dia, o desconforto constante que atrapalha a rotina e o bem-estar. Se você se identifica com esse cenário, saiba que o inchaço abdominal, ou distensão abdominal, é uma das queixas mais comuns nos consultórios de gastroenterologia em João Pessoa.
Olá, sou Ingryd Gabriella, gastroenterologista com Residência Médica em Clínica Médica e Gastroenterologia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Após uma década de formação e experiência, finalizei minhas residências médicas e estou comprometida em auxiliar meus pacientes a alcançarem uma melhor saúde digestiva, promovendo, assim, qualidade de vida. "Como gastroenterologista, minha missão é oferecer um atendimento individualizado, combinando empatia, escuta qualificada e dedicação com conhecimento especializado para diagnosticar e tratar condições do aparelho digestivo de forma eficaz. Estou aqui para oferecer o suporte e a orientação que você precisa. Conte comigo!
Embora usemos os termos como sinônimos, há uma leve diferença. O inchaço (ou "bloating") é a sensação subjetiva de estar cheio, estufado ou com o abdômen pesado. A distensão, por sua vez, é o aumento visível da circunferência abdominal. Muitas vezes, os dois ocorrem juntos, mas entender essa diferença ajuda a médica a compreender melhor o seu quadro. O importante é que ambos, quando crônicos, merecem uma investigação aprofundada.
O inchaço abdominal é um sintoma multifatorial. Diversas condições, desde as mais simples às mais complexas, podem estar por trás do seu desconforto.
Esta é a causa mais evidente. Os gases são produzidos naturalmente durante a digestão, mas um excesso pode ser gerado pela fermentação de certos alimentos (como feijão, brócolis, repolho e bebidas gaseificadas) ou pela aerofagia (engolir ar ao comer rápido ou mascar chiclete).
Quando o trânsito intestinal está lento, as fezes permanecem mais tempo no cólon, fermentando e produzindo mais gases. Além disso, o acúmulo de fezes por si só já causa uma distensão física, resultando na sensação de inchaço e peso.
Intolerância à Lactose: Dificuldade em digerir o açúcar do leite. A lactose não digerida chega ao intestino grosso, onde é fermentada por bactérias, gerando gases, diarreia e inchaço. Intolerância ao Glúten Não-Celíaca: Algumas pessoas, mesmo sem ter Doença Celíaca, sentem-se mal após consumir glúten, apresentando inchaço como um dos principais sintomas. Doença Celíaca: Uma doença autoimune onde a ingestão de glúten causa danos ao intestino delgado, levando a uma má absorção de nutrientes e sintomas como inchaço, diarreia e perda de peso.
A SII é uma desordem funcional do intestino extremamente comum. Pacientes com SII têm um intestino mais "sensível". Eles podem apresentar dor abdominal, alterações no ritmo intestinal (diarreia, constipação ou ambos) e, caracteristicamente, um inchaço abdominal que piora ao longo do dia.
Normalmente, a maior parte das nossas bactérias intestinais vive no intestino grosso. Na SIBO, ocorre um crescimento exagerado de bactérias no intestino delgado. Essas bactérias fermentam os alimentos precocemente, produzindo uma grande quantidade de gases (hidrogênio e metano), o que causa uma distensão abdominal significativa, arrotos e desconforto.
A disbiose é um desequilíbrio entre as bactérias "boas" e "ruins" do nosso intestino. Uma dieta inadequada, uso de antibióticos e estresse podem levar a esse quadro, que favorece a fermentação excessiva e a produção de gases.
Embora na maioria das vezes o inchaço esteja ligado a causas funcionais ou alimentares, alguns sinais de alerta indicam a necessidade de uma avaliação médica sem demora:
Para tratar o inchaço de forma eficaz, é preciso parar de adivinhar. A investigação com a Dra. Ingryd Gabriella é completa e baseada em evidências.
A consulta é o passo mais importante. A médica irá investigar seus hábitos alimentares, seu padrão de evacuação, seu histórico de saúde e as características do seu inchaço. Um diário alimentar pode ser solicitado.
Podem ser usados para verificar marcadores de inflamação ou para o rastreio de Doença Celíaca.
São exames não invasivos, padrão-ouro para o diagnóstico de intolerância à lactose e SIBO. O paciente ingere um substrato e o ar expirado é analisado para medir a produção de gases pelas bactérias.
Como a ultrassonografia de abdômen, podem ser úteis para avaliar órgãos como o fígado e a vesícula.
Podem ser indicados para descartar doenças inflamatórias, pólipos ou outras alterações estruturais no trato digestivo.
Uma vez identificada a causa (ou as causas), o tratamento é personalizado.
Se for SIBO, o tratamento pode envolver antibióticos específicos. Se for Doença Celíaca, a dieta sem glúten é mandatória.
Esta é a chave para a maioria dos casos. Pode incluir a orientação de uma dieta com baixo teor de FODMAPs (carboidratos fermentáveis), muito eficaz para a Síndrome do Intestino Irritável, ou a exclusão de alimentos identificados como gatilhos.
Dependendo do caso, podem ser prescritos medicamentos para regular o trânsito intestinal, enzimas digestivas para auxiliar na digestão, ou probióticos para ajudar a reequilibrar a flora intestinal.
Técnicas de gerenciamento de estresse, prática de atividade física regular e melhora da higiene do sono são fundamentais, dada a forte conexão entre o cérebro e o intestino.
Viver com inchaço abdominal crônico é cansativo e frustrante. Você não precisa continuar sofrendo e tentando dietas restritivas sem orientação.
Buscar a ajuda de uma gastroenterologista em João Pessoa é a decisão que pode mudar sua relação com seu corpo e sua alimentação. A Dra. Ingryd Gabriella está preparada para conduzir uma investigação aprofundada, oferecer um diagnóstico claro e criar um plano de tratamento que faça sentido para você.
É hora de acabar com o desconforto. Entre em contato hoje, agende sua avaliação e inicie sua jornada para uma vida com mais leveza e bem-estar.
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